Alô pessoal!
Primeiro que tudo Bom Ano!
Bem depois de vários meses de ausência vamos retomar o blog deste núcleo 'fantástico. Com mais exposições, workshops, cursos, uma galeria recheada. Dar-vos a conhecer blogs de fotografia com processos fotograficos e fotografos fantástico, entre outras coisas que mais daqui uns dia irei lembra-me.
Desfrutem deste pequeno espaço que pretende ser grande!
nuFOTO
21 janeiro, 2010
14 novembro, 2009
13 novembro, 2009
Quando a fotografia nos agarra!

Filipa Saldanha
Curiosidade, Respeito,Paixão, Hobbie, Profissão, Obesessão, Destruição?
Quem te agarra?
12 novembro, 2009
Workshop de processo fotográfico alternativo - PINHOLE
Workshop de Pinhole a ser realizado no dia 28 de Novembro de 2009 no NAF - Pavilhão da secção das folhas do Instituto Superior Técnico.Cada paricipante em de trazer a sua própria caixa, de vários formatos. A participação tem o custo de 15 euros e para apenas 12 vagas.
Para mais informações visitem o site.
Diana F + Polaroid
Leram bem, a Diana F+ já tem um aplicador para se fazer polaroids. Esta aplicação não desfaz ao efeitos fantásticos da máquina apenas torna-os instantâneos, para adequirirem dirigem-se a lomografia no bairro alto que lá vendem porque eu já vi. Aproveitem esta oportunidade e divirtam-se!



11 novembro, 2009
BES Revelação 2009
A partir do dia 14 de Novembro podemos ver a 5º edição da exposição BES Revelação 2009, na Fundação Serralves. Os vencedores foram a Ana Braga, Inês Moura e Susana Pedrosa.
Ana Braga, recorrendo à ampliação de imagens de arquivo, nomeadamente detalhes de vegetação, subverte as capacidades narrativas da projecção de diapositivos, confrontado-se com pequenas diferenças na repetição.
Inês Moura, depois de uma rica experiência enquanto estudante de arte em São Paulo, propõe-se traduzir para os seus projectos - em fotografa, mas também desenho - o carácter poroso com diferenças na repetição.

Susana Pedrosa, apresenta um projecto que comunica com as experiências linguisticas e conceptuais das décadas de 60-70. Recorrendo a agendas e calendários emprega a fotografia, mais especificamente a projecção de diapositivos, para descrever a passagem do tempo.
Romain Laurent
Romain é um fotógrafo Francês bastante conhecido pelo seu trabalho realizado na publicidade. As suas fotos são simples e de fácil leitura, com criatividade vista onde o estranho é substituido pela questão e por sua pelo espanto de tal composição.

03 novembro, 2009
Pesadelos infantis
Joshua Hoffine, nome a fixar quer pela sua criatividade e pela qualidade de trabalho. Fotógrafo nascido no Kansas, que no inicio de carreira fotografava casamentos, mas agora retrata o imaginário infantil dos contos de fada, usando o horror para explorar e provocar sensações. O artista garante que o trabalho não é resultado de montagens e que apenas utiliza programas de edição para enfatizar alguns pormenores que acha importante.




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31 outubro, 2009
Portugal Through My Eyes
O fotógrafo inglês Mel Sewell o seu livro “Portugal Aos Meus Olhos”, uma edição de luxo com fotografias a preto e branco de Portugal. Trata-se de um livro tamanho “coffee table” (mesa de café), ou seja, grande formato, de 160 páginas com 74 fotografias a preto e branco e de edição limitada a 500 exemplares, obedecendo a um conceito de abordagem ao mercado editorial inovador. Algumas fotografias de Mel Sewell são capazes de surpreender mesmo o português mais conhecedor do país.
The Impossible Project
unless it is manifestly important
and nearly impossible"
-Edwin Land, and nearly impossible"
Inventer of Instant Photography
Este projecto é composto por uma equipa que é apaixonada pela fotografia, que pretende ressuscitar a produção da polaroid. The Impossible Project tem exactamente 12 meses para o desenvolvimento e pesquisa a encontrar novas e melhores soluções para substituirem e modernizarem as máquinas antigas que são caras em componentes. Em Junho o Summit Global Group anunciou a compra dos direitos de exploração da marca até 2014 e, depois de meses de especulação, o consórcio anunciou que vai voltar a colocar no mercado a "maioria" dos formatos de filmes e novas máquinas, projecto que inclui também modelos digitais. Os produtos devem ficar disponíveis em meados de 2010.
'She looked back'

Artista britânica Jemima Stehli é conhecida por batalhar contra as noções de narcisismo, usando o seu próprio corpo, nu, como arma de arremesso.
É com a mesma ousadia que a artista nos tem consagrado com as anteriores exposições que 'She looked back' nos demostra. Esta exposição apresentanos a dualidade entre a fotografia e escultura, sendo o corpo a base da matéria.
Exposição de 25 de Setembro a 7 de Novembro de 2009, no Lisboa 20 - Arte Contemporânea
É com a mesma ousadia que a artista nos tem consagrado com as anteriores exposições que 'She looked back' nos demostra. Esta exposição apresentanos a dualidade entre a fotografia e escultura, sendo o corpo a base da matéria.
Exposição de 25 de Setembro a 7 de Novembro de 2009, no Lisboa 20 - Arte Contemporânea
Pool
O fotógrafo Nils Riedweg inicia-se na fotografia em 2003, quando a sua namorada lhe ofereçe uma Reflex. Desde então fascinado pelas possibilidades da máquina, compra também uma, antes de passar para o formato digital e de se afeiçoar cegamente a uma Nikon D700, utilizando sempre objectivas de focagem fixa.
Aos 30 anos, completa esta seríe intitulada Pool, em que o fotógrafo se foca dentro de uma piscina misteriosa. O carácter insólito e até cómico das situações contrasta com sobriedade que advém das imagens.
Aos 30 anos, completa esta seríe intitulada Pool, em que o fotógrafo se foca dentro de uma piscina misteriosa. O carácter insólito e até cómico das situações contrasta com sobriedade que advém das imagens.
Fotograma

Man Ray - Fotograma
Uma das formas de fazer fotografia sem a intervenção da máquina fotográfica é o fotograma. Este baseia-se num princípio muito simples: na camâra escura e em cima de uma folha de papel fotográfico, colocamos diversos objectos, tais como tesouras, chaves, clips ect. Seguidamente, acendemos uma luz branca ou ligamos o ampliador por breves momentos, de modo a formarem-se sombras. Após esta exposição, que não deve ser muito demorada, levamos a revelar a folha que serviu se suporte aos diversos objectos e reparamos que estes ficaram registados como silhuetas brancas em fundo escuro, uma vez que a parte do papel fotog´rafico que foi impressionada esta descoberta.
A origem do fotograma remonta as origens da fotografia, ou da foto-química, quando em 1727, o alemão Johan Heinrich Schulze descobriu a sensibilidade dos sais de prata à luz.
Schulze, Professor de Medicina, Arqueologia e Retórica, dedicava grande parte do seu tempo aos experimentos químicos. Em um deles diluiu, por um acaso, acido nítrico, contendo nitrato de prata em uma solução para dissolver giz branco. A surpresa veio quando o lado do sedimento de giz, voltado para a luz começou a escurecer, enquanto o lado voltado para a sombra permanecia branco e inalterado. Prosseguiu essas experiências o suficiente para finalmente concluir que a reação era causada pela luz e não pelo calor, e foi dessa forma que descobriu a sensibilidade dos sais de prata a luz.
Schulze produziu imagens (fotogramas) com fios, letras e desenhos que, colocados em vidros contendo soluções de giz com nitrato de prata, produziram imagens, verificando o aparecimento das formas no negativo. Essa experiência foi pouco divulgada na época e somente em 1802, Thomas Wedwood e Sir Humphry Davy retomaram o trabalho com sais de prata, na produção de imagens para evitar que continuassem a escurecer quando examinadas sob a luz. Em 1839, o inglês Willian Henry Talbot criou a palavra "desenho fotogênico", que consistia em produzir imagens de objetos colocados sobre folhas de papel sensibilizadas com sais de prata. Esses foram os primeiros fotogramas, que ainda se conserva.
Com a evolução das câmaras fotográficas e o aparecimento dos filmes de maior sensibilidade, o "fotograma" perdeu o sua visibilidade. As experiências que descrevemos anteriormente, foram os princípios da acção da luz sobre materiais foto-sensíveis.
Porém o surgimento do fotograma como expressão criativa do processo fotográfico deve-se principalmente a dois fotógrafos de grande importância na arte e estética moderna, entre 1920 e 1930. São eles Man Ray e Laszlo Maholy-Naqy, que redescobriram o fotograma por acidente, tal como acontecera a Schulze. Curiosamente, os dois começaram a trabalhar com o processo na mesma época, mas isoladamente, sem tomarem conhecimento do trabalho do outro.
A descoberta acidental deu-se quando uma folha de papel fotográfico não exposta à luz foi esquecida às químicas de processamento. Ao se acender a luz, o papel foi lentamente escurecendo nas regiões expostas à luminosidade, enquanto permanecia mais claro nas áreas onde se projectavam as sombras de banheiras, pinças e vidros. A imagem formada foi o inicio de um vasto trabalho, em que ambos se empenharam em sérias pesquisas na exploração do potencial desse meio de expressão.
Uma das formas de fazer fotografia sem a intervenção da máquina fotográfica é o fotograma. Este baseia-se num princípio muito simples: na camâra escura e em cima de uma folha de papel fotográfico, colocamos diversos objectos, tais como tesouras, chaves, clips ect. Seguidamente, acendemos uma luz branca ou ligamos o ampliador por breves momentos, de modo a formarem-se sombras. Após esta exposição, que não deve ser muito demorada, levamos a revelar a folha que serviu se suporte aos diversos objectos e reparamos que estes ficaram registados como silhuetas brancas em fundo escuro, uma vez que a parte do papel fotog´rafico que foi impressionada esta descoberta.
A origem do fotograma remonta as origens da fotografia, ou da foto-química, quando em 1727, o alemão Johan Heinrich Schulze descobriu a sensibilidade dos sais de prata à luz.
Schulze, Professor de Medicina, Arqueologia e Retórica, dedicava grande parte do seu tempo aos experimentos químicos. Em um deles diluiu, por um acaso, acido nítrico, contendo nitrato de prata em uma solução para dissolver giz branco. A surpresa veio quando o lado do sedimento de giz, voltado para a luz começou a escurecer, enquanto o lado voltado para a sombra permanecia branco e inalterado. Prosseguiu essas experiências o suficiente para finalmente concluir que a reação era causada pela luz e não pelo calor, e foi dessa forma que descobriu a sensibilidade dos sais de prata a luz.
Schulze produziu imagens (fotogramas) com fios, letras e desenhos que, colocados em vidros contendo soluções de giz com nitrato de prata, produziram imagens, verificando o aparecimento das formas no negativo. Essa experiência foi pouco divulgada na época e somente em 1802, Thomas Wedwood e Sir Humphry Davy retomaram o trabalho com sais de prata, na produção de imagens para evitar que continuassem a escurecer quando examinadas sob a luz. Em 1839, o inglês Willian Henry Talbot criou a palavra "desenho fotogênico", que consistia em produzir imagens de objetos colocados sobre folhas de papel sensibilizadas com sais de prata. Esses foram os primeiros fotogramas, que ainda se conserva.
Com a evolução das câmaras fotográficas e o aparecimento dos filmes de maior sensibilidade, o "fotograma" perdeu o sua visibilidade. As experiências que descrevemos anteriormente, foram os princípios da acção da luz sobre materiais foto-sensíveis.
Porém o surgimento do fotograma como expressão criativa do processo fotográfico deve-se principalmente a dois fotógrafos de grande importância na arte e estética moderna, entre 1920 e 1930. São eles Man Ray e Laszlo Maholy-Naqy, que redescobriram o fotograma por acidente, tal como acontecera a Schulze. Curiosamente, os dois começaram a trabalhar com o processo na mesma época, mas isoladamente, sem tomarem conhecimento do trabalho do outro.
A descoberta acidental deu-se quando uma folha de papel fotográfico não exposta à luz foi esquecida às químicas de processamento. Ao se acender a luz, o papel foi lentamente escurecendo nas regiões expostas à luminosidade, enquanto permanecia mais claro nas áreas onde se projectavam as sombras de banheiras, pinças e vidros. A imagem formada foi o inicio de um vasto trabalho, em que ambos se empenharam em sérias pesquisas na exploração do potencial desse meio de expressão.
10 setembro, 2009
RE- Reabertura
Como podem ver o Núcleo de Fotografia está de novo aberto e operacional para o ano lectivo de 2009/2010.
Quem estiver interessado em fazer parte deste projecto, pode aparecer no núcleo que se encontra em frente a casa das cópias, ou colocar questões para o mail (ver em contactos). São todos bem vindos, desde os que têm e não têm experiência, pois um dos principios do núcleo é ajudar-nos mutuamente pois assim aprendemos os processos de cada um, quer a fotografar, quer no processo de revelação.
Obrigada, nuFOTO!
Quem estiver interessado em fazer parte deste projecto, pode aparecer no núcleo que se encontra em frente a casa das cópias, ou colocar questões para o mail (ver em contactos). São todos bem vindos, desde os que têm e não têm experiência, pois um dos principios do núcleo é ajudar-nos mutuamente pois assim aprendemos os processos de cada um, quer a fotografar, quer no processo de revelação.
Obrigada, nuFOTO!
12 maio, 2009
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